FEIPOL-SUL

FEDERAÇÃO INTERESTADUAL DOS TRABALHADORES POLICIAIS CIVIS DA REGIÃO SUL

Publicadas no Diário Oficial do Estado, desta sexta-feira (23), as promoções da Polícia Civil, acesse a edição do Diário Oficial no link abaixo e confira a partir da página 64.

Parabéns aos e às policiais civis que conquistaram a merecida promoção. Nossa luta prossegue pela imediata integralização dos salários e promoções em dia com critérios justos no quesito merecimento. Dezembro vem ai, exigimos desde já, as promoções!

Clique aqui e acesse a edição do DOE com a publicação das Promoções

Foram publicados no Diário Oficial do Estado (DOE) desta sexta-feira (23) os atos de promoção em todos os níveis das instituições vinculadas à Secretaria da Segurança Pública (SSP). A ação engloba 3.311 servidores da Brigada Militar (BM), da Polícia Civil (PC), da Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe), do Instituto-Geral de Perícias (IGP) e do Corpo de Bombeiros Militar (CBM). Na PC, foram promovidos 87 delegados e 1.725 agentes. 

O Sinpol parabeniza todos os colegas promovidos. É a primeira vitória de uma luta que só irá finalizar com a publicação das promoções de todos os Policiais Civis aptos, inclusive os nomes que foram retirados com base no Parecer 17048/17, da PGE (Procuradoria Geral do Estado). 

Confira a LISTA.

Edital foi publicado nesta quinta-feira no Diário Oficial do Estado.

Com 100 vagas e salário de R$ 20.353,06, o governo do Rio Grande do Sul abriu o concurso público para o cargo de delegado de Polícia. O edital foi publicado, nesta quinta-feira, no Diário Oficial do Estado. As inscrições devem ser realizadas no site da Fundatec  entre os dias 26 de fevereiro e 27 de março. A taxa de inscrição no valor de R$ 187,77 pode ser paga até 28 de março.

Para se candidatar, é preciso formação em Direito completa, ter no mínimo 18 anos até a data da matrícula no Curso de Formação Profissional, haver exercido atividade jurídica ou policial pelo período mínimo de três anos, até a data da matrícula no Curso de Formação Profissional. 

Leia mais...

O SONHADO ESTATUTO FINALMENTE CRIOU PERNAS E ESTÁ ANDANDO

Foram dias de trabalho intenso, semanas a fio, mas a equipe do Sinclapol, através de seu departamento jurídico, tomou à frente do trabalho para dinamizar o Estatuto da Polícia Civil, que estava estagnado motivado pelos impactos financeiros implantados, alheios a vontade desse Sindicato. O 1º vicepresidente do Sinclapol, Daniel Côrtes trabalhou junto a Secretaria da Fazenda do Paraná (SEFA) no sentido de desvendar este impasse para que o nosso estatuto desencalhasse da referida Secretaria. Após esta ação, o presidente em exercício do Sinclapol, Fabio Barddal Drummond, mostrou o caos em que se encontram as unidades de delegacias do Estado do Paraná em completo abandono, incitando o governo a manifestar-se para uma conversa aberta e franca com a diretoria do Sinclapol, o qual ouviu as inúmeras mazelas por quais passam os servidores policiais civis do Estado do Paraná. Paralelamente o presidente licenciado, André Gutierrez, agiu de maneira política a fim de tentar resolver a situação apresentada.

Leia mais...

O presidente do Sinclapol, Fabio Barddal Drummond continua em Brasília participando da mobilização nacional contra a Reforma da Previdência. Barddal está empenhado em unir forças entre os operadores da segurança pública, independente do órgão a que pertencem. Confira o vídeo acima de mais um encontro de Fabio Barddal com mais um representante da segurança pública.

O presidente do Sinclapol, Fabio Barddal Drummond está em Brasília participando de grande mobilização e empenhado no trabalho contra a Reforma da Previdência. De acordo com Barddal, já houve uma primeira grande vitória contra a PEC/287, no dia de ontem. O objetivo maior é evitar que esta reforma seja aprovada. Os sindicalistas estão em reunião com parlamentares, destacando principalmente a bancada paranaense discutindo os efeitos da aprovação da PEC 287 à classe policial e a seus familiares. O presidente do Sinclapol lembra que os Policiais Civis exercem uma profissão de risco classificada como a segunda atividade mais estressante do planeta, segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT). “Ao se aposentar, o policial continua pagando a Previdência e os impostos sem sonegação e não temos o direito ao FGTS. Saímos sem nada, além dos nossos vencimentos. Querem que o servidor público tenha uma previdência complementar, mas não permitem que ele possa ter um rendimento extra, além dos vencimentos. Querem igualar o servidor público ao regime geral, mas não dão os direitos do mesmo regime,” diz o presidente do Sinclapol.

O diretor Institucional e Intersindical do Sinpol RS, Sandro Quevedo, está em Brasília, participando de reuniões e mobilizações para garantir a aprovação de projetos importantes para a categoria. Na segunda-feira (19/02), Quevedo esteve presente no encontro do Conselho de Entidades da Cobrapol - Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis.

Entre as pautas da reunião estiveram os temas: auditoria contábil na Cobrapol, a Lei Orgânica dos Policiais Civis e a realização de um calendário de ações no Congresso Nacional em defesa de assuntos de interesse da classe. Participaram representações de 22 Estados. 

Na sequência, o grupo de sindicalistas visitou gabinetes na Câmara dos Deputados e no Senado em busca de apoio para as suas proposições. O deputado Leonardo Quintão (PMDB-MG) foi um dos parlamentares que recebeu as demandas do grupo. Participaram da visita os presidentes do Sinpol do Mato Grosso do Sul e do Tocantins, Giancarlo Miranda e Ubiratan do Nascimento, respectivamente, e o diretor do Sinpol RS, Sandro Quevedo. 

Os representantes dividiram-se para visitar e conversar com os parlamentares na tentativa de pautar positivamente a segurança pública atendendo a necessidade dos Policiais Civis. A intenção é manter a mobilização e a atenção aos movimentos do Executivo e Legislativo federais, já que, apesar da retirada de pauta da PEC 287, a Reforma da Previdência, o risco de ataque aos direitos dos trabalhadores permanece. 

É grande a expectativa pela divulgação do edital do concurso de escrivão da Polícia Civil do Paraná. O edital pode ser divulgado nas próximas semanas, segundo informação da diretoria do Sinclapol. Foram autorizadas 100 vagas imediatas, mais cadastro reserva para o cargo, no início de fevereiro de 2018. O concurso foi confirmado pelo Governador Beto Richa ao presidente do Sinclapol, Fabio Barddal Drummond. A autorização do concurso está comprovada através do protocolo nº 13.070.803-0, documento que se encontra na Casa Civil do Estado do Paraná.

De acordo com o presidente do Sinclapol, Fabio Barddal Drummond (foto), a autorização do concurso foi uma das muitas lutas travadas pelo Sindicato e vencida pela classe. Também foi  uma resposta ao trabalho do presidente licenciado do Sinclapol, André Luiz Gutierrez, junto ao Governo do Paraná. Gutierrez atualmente ocupa o cargo de presidente da Cobrapol-Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis. O trabalho do Sinclapol junto ao governo do Paraná não foi interrompido, ao contrário, as ações foram intensificadas, lideradas pelo atual presidente, Fabio Drummond.

Leia mais...

O diretor do Sinpol-RS, Sandro Quevedo, está em Brasília participando de grande mobilização contra a PEC 287, a Reforma da Previdência. A entidade participa das atividades contra a proposta do governo, que entre outros ataques, retira direitos dos profissionais da Segurança Pública. Os sindicalistas pretendem conversar com parlamentares, principalmente da bancada gaúcha, sobre os efeitos da PEC 287 à categoria policial e a seus familiares. 

Os Policiais Civis exercem profissão de risco, executam a segunda atividade mais estressante do planeta, de acordo com a Organização Internacional do Trabalho (OIT), e não se calarão diante dessa reforma que insiste em retirar direitos consagrados, como a aposentadoria especial, por exemplo. 

O Sindicato dos Policiais Civis de Santa Catarina – SINPOL, com escopo nos artigos 15, 19, g, 59 §4º e §6º do Estatuto deste sindicato, registrado junto ao ofício de registros civis das pessoas naturais, interdições, tutelas, pessoas jurídicas e de títulos e documentos do município de São José – SC, averbado sob o registro nº 8.488, Livro 50, Folha 288, vem por meio deste convocar Assembleia Geral Extraordinária do SINPOL/SC, tendo a seguinte pauta:

Leia mais...

O governo Temer/MDB anunciou, nesta sexta-feira (17), uma intervenção militar na segurança pública do Rio de Janeiro. A alegação apresentada pelo governo federal foi o descontrole da segurança pública no estado durante o carnaval. De acordo com o governo Temer, o estado perdeu o controle sobre a segurança e a ordem pública, justificando a intervenção das Forças Armadas federais. Na opinião de todos os especialistas em segurança pública, a medida é um erro enorme. Abaixo, apresentamos os principais argumentos contra a intervenção militar na segurança pública do Rio de Janeiro.

A militarização da segurança pública nunca resolveu o problema da violência

Em nenhum lugar onde foi implementada, a utilização de forças militares no combate à violência funcionou. Os casos mais emblemáticos foram do México e da Colômbia, onde a intervenção militar na segurança significou um aumento dos casos de corrupção nas Forças Armadas, além de não conseguirem resolver o problema da violência. O próprio Comandante do Exército, General Vilas Boas, já declarou inúmeras vezes que esta não é a função do Exército e vê com preocupação o crescente emprego das tropas federais para lidar com o problema.

Leia mais...

RECOMENDAÇÃO CONJUNTA 001/2018

CONSIDERANDO que a divisão das atribuições de prevenção, investigação, acusação e julgamento, previstas na Constituição Federal e no Código de Processo Penal, são mecanismos de garantia dos direitos fundamentais das pessoas investigadas pelo Estado, bem como meio eficaz de contenção da corrupção jurídica;

CONSIDERANDO que em decorrência do acirramento dos embates institucionais acerca desta divisão de atribuições, questões orçamentárias e medidas de enfrentamento à impunidade dos fiscais da lei, há notórios atos de retaliação mediante utilização ilegítima do controle externo da atividade policial.

Leia mais...

Com o fim do carnaval, os líderes de partidos da base governista se preparam para retomar as articulações para a votação da reforma da Previdência. A poucos dias da data marcada para início das discussões no plenário da Câmara, o governo ainda busca votos para alcançar o quórum mínimo para aprovar a emenda constitucional no Congresso.

A votação está prevista para começar na próxima terça-feira (20), conforme cronograma definido no fim do ano passado pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). No entanto, a proposta ainda não reúne os 308 votos necessários entre os 513 deputados para ser aprovada em dois turnos de votação na Câmara.

Por se tratar de uma emenda constitucional, a maioria qualificada em dois turnos também é exigida para aprovação no Senado, onde deve receber voto favorável de pelo menos 49 senadores. O texto que deve ser discutido em plenário foi apresentado pelo relator, o deputado Arthur Maia (PPS-BA), na semana passada. A expectativa é de que a proposta, mais flexível do que a apresentada inicialmente, possa atrair mais apoio em torno da reforma. Entre os pontos alterados está a manutenção da pensão integral a viúvas de policiais civis, federais e rodoviários federais mortos durante o trabalho.

Leia mais...

PF, PRF, Depen e Senasp ficarão subordinados à nova pasta. Um dos objetivos do ministério será desenvolver ações de combate à criminalidade.

O presidente Michel Temer planeja anunciar, após o carnaval, a criação do Ministério Extraordinário da Segurança Pública. A TV Globo apurou que a nova pasta deverá ser criada por medida provisória (MP). Uma das atribuições do ministério será desenvolver ações de combate à criminalidade.

A criação de uma pasta da Segurança Pública foi proposta pelo ministro da Justiça, Torquato Jardim, e vem sendo debatida desde novembro de 2017. Além de Torquato e Temer, participam das discussões os ministros Raul Jungmann (Defesa) e Sergio Etchegoyen (Gabinete de Segurança Institucional).

Na semana passada, Temer bateu o martelo em razão do agravamento da crise de segurança. O texto da MP, inclusive, já está pronto e o governo avalia nomes para a função.

Leia mais...

Nas últimas semanas, juízes de expressão pública, entre eles, Sérgio Moro, procuram justificar o recebimento generalizado de auxílio moradia

São Paulo – Um conjunto de 18 mil juízes brasileiros, de 81 tribunais federais e estaduais, deixa de pagar cerca de R$ 30 milhões por mês de Imposto de Renda graças à isenção tributária de benefícios como auxílio-moradia, auxílio-alimentação e auxílio-saúde. Se os chamados penduricalhos fossem tributados da mesma forma que os salários, cada juiz teria de repassar, em média, 19% a mais para a Receita Federal.

Como a grande maioria dos auxílios concedidos pelo Poder Judiciário tem valor fixo e pagamento mensal, é possível projetar que essa espécie de renúncia fiscal alcance R$ 360 milhões por ano – aproximadamente R$ 20 mil por juiz, em média.

Nas últimas semanas, líderes da categoria e juízes de grande expressão pública – entre eles Sérgio Moro, titular da 13.ª Vara Federal de Curitiba e responsável pela Operação Lava -Jato na primeira instância – procuraram justificar o recebimento generalizado de auxílio-moradia, mesmo entre os proprietários de imóveis, como uma forma de complementação salarial.

Leia mais...

O Sinclapol comunica aos seus filiados que estará em recesso nos dias 12 e 13 de fevereiro, 
em comemoração às festividades de carnaval, reiniciando as atividades no dia 14/02, quarta-feira, às 14 horas. 
Os filiados poderão entrar em contato com:
Fabio Barddal Drummond - Presidente, Cel. (41) 998110096; 
Rohanito Navarro de Goes - Diretor de Assuntos Parlamentares, Cel. (41) 999567771 ou (41) 996154937 e Desiree da Camara Leal – Secretária Geral, Cel. (41) 998381415.

Governo efetua o pagamento para 92% do funcionalismo (315.415 matrículas) na véspera do feriado de Carnaval. 

Os servidores do Poder Executivo com rendimento líquido entre R$ 2.700 e R$ 7.500 terão os salários de janeiro quitados ainda nesta sexta-feira (9). Desta maneira, o governo do Estado alcança o pagamento da folha de maneira integral para 92% do funcionalismo (315.415 matrículas). Para atender a mais este grupo de funcionários na véspera do feriado de Carnaval (126.319 vínculos), a Secretaria da Fazenda precisou reunir em caixa um total de R$ 592,7 milhões.

O novo crédito estará ingressando na conta bancária dos funcionários ao longo da tarde e início da noite. A quitação dos salários aos demais servidores (8% das matrículas) tem previsão para acontecer até o próximo dia 16 deste mês.