FEIPOL-SUL

FEDERAÇÃO INTERESTADUAL DOS TRABALHADORES POLICIAIS CIVIS DA REGIÃO SUL

previewAs entidades que compõem a União dos Policiais do Brasil (UPB), entre elas a COBRAPOL, se reuniram na última quarta-feira (7), em Brasília. A reunião teve como objetivo, discutir as estratégias e ações que os policiais adotarão nos próximos meses, afim de combater a proposta de Reforma da Previdência.

Os dirigentes das entidades ressaltaram a necessidade, caso se confirme a votação da Reforma da Previdência ainda esse ano, de travar uma forte luta para garantir a exclusão dos policiais do projeto a ser votado. A principal reivindicação da entidade é que o risco de vida inerente à atividade policial, já reconhecido pela Constituição Federal, seja respeitado.

De acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, ao longo do ano de 2016, 453 policiais civis e militares foram vítimas de homicídio no cumprimento de seu dever. Além do risco da atividade policial, estudos recentes da Fundação Getúlio Vargas, também relativos ao ano de 2016, demonstram que a expectativa de vida do policial varia de 52 a 58 anos, incluindo nesse universo de pesquisa e estudos os policiais militares, civis, federais e rodoviários federais. Essa disparidade entre a expectativa de vida dos policiais e a dos demais servidores, exigem que essas categorias tenham um tratamento diferenciado na discussão da Reforma da Previdência.

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previewA direção da UGEIRM se reuniu, na terça-feira (6), com a Comissão dos Policiais Civis aprovados no último concurso público. Os integrantes da Comissão procuraram a entidade, com o intuito de buscar informações a respeito do cumprimento do cronograma, incluindo a convocação para o início das aulas na Acadepol, levando-se em conta que o concurso está sendo concluído.

Durante a reunião, os futuros policiais procuraram se informar, também, sobre a atuação do sindicato e como poderiam se articular afim de garantir o cumprimento do cronograma de provas e a convocação dos aprovados o mais rápido possível. A direção do sindicato fez uma exposição sobre o trabalho da UGEIRM, incluindo a luta histórica pela convocação dos 650 aprovados, que só foram convocados pelo governo Sartori após uma longa mobilização. Além disso, a direção expôs as conquistas conseguidas pela categoria, particularmente a implantação da Tabela de Subsídios, que foi responsável por uma expressiva valorização da carreira policial no estado.

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previewA UGEIRM participou, na manhã desta quarta-feira (07) na Sede do SINPEF-RS, de reunião com as entidades representativas dos Policiais Civis, Federais e Rodoviários Federais, para discutir a mobilização contra a Reforma da Previdência. Além da UGEIRM, estiveram presentes na reunião os representantes do SINPEF-RS (Sindicato dos Policiais Federais do RS), SINPRF (Sindicato dos Policiais Rodoviários Federais), SINPOL-RS e ASDEP.

As entidades ressaltaram a importância de sepultar definitivamente o projeto de reforma apresentado durante o governo Temer. No entendimento dos presentes, essa proposta já foi amplamente rechaçada pela população e não tem mais condições de ser discutida. Por outro lado, existe uma grande preocupação com a forma açodada com que a discussão vem sendo feita pela equipe do governo que toma posse em janeiro. O futuro ministro da Fazenda, Paulo Guedes, já deu declarações infelizes, dizendo que vai “dar uma prensa” nos parlamentares para votar logo a reforma.

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Giovana Fleck

Há quase 20 anos, no dia 2 de junho de 1999, um grupo de mulheres ocupou um dos prédios da Borges de Medeiros. Esposas de brigadianos, elas decidiram se organizar após os resultados da greve dos policiais militares no Rio Grande do Sul de 1997.

A mobilização da categoria ganhou o Brasil no final da década de 90. Os policiais reivindicavam aumento salarial e melhores condições de trabalho. No RS, os brigadianos, na época, ganhavam 100% a título de risco de vida, mas reivindicavam 222%. O governo, no entanto, ofereceu aumento de, apenas, 150,44%.

Em agosto do mesmo ano, a Associação dos Cabos e Soldados (Acasol) chegou a denunciar à Comissão de Direitos Humanos da Assembléia Legislativa a cúpula da Brigada Militar. Segundo a entidade, os soldados gaúchos estariam sendo submetidos a ‘‘uma série de perseguições e represálias’’.

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SINCLAPOL comemora decreto assinado hoje pela governadora Cida Borghetti, juntamente com secretário de segurança pública Júlio Reis. Decreto transfere a gestão plena de 37 cadeias que hoje são subordinadas às delegacias de policia para o DEPEN. Esse é o resultado de um pleito de muitos anos do SINCLAPOL, bandeira principal de toda nossa luta, a retirada completa dos presos das delegacias. Em algumas localidades, essa gestão independente já está acontecendo, em outras ainda não. Mas já é uma grande resposta aos milhares de pedidos de providências para o ministério público e com certeza acompanharemos de perto o desenvolvimento desse decreto.

Logo após reunião no gabinete de gestões, onde a governadora Cida Borguetti, assinou o decreto de transferência de gestão plena de 37 cadeia de delegacias de policia para DEPEM. Presidente do SINCLAPOL Braddal solicitou uma audiência, com o secretário de segurança pública e administração de penitenciarias do estado do Paraná Julio Cezar dos Reis, que prontamente se dispôs a atendê-lo.

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previewConcebido a partir da necessidade de integrar as Forças de Segurança Pública do Brasil, o JOBIS 2018 reuniu em Florianópolis cerca de dois mil atletas que competiram em 14 modalidades esportivas.

Além de perfeita integração por meio do esporte, os JOBIS teve por objetivo a manutenção e, para alguns, o aprimoramento das condições físicas necessárias ao cumprimento das atribuições constitucionais reservadas às Forças de Segurança Pública.

Por último e por certo mais importante, os Jogos propiciaram – entre abraços e sorrisos -, a alegria de conhecer e reencontrar colegas de missão, celebrando o sentimento da amizade e companheirismo entre àqueles que fazem a segurança pública brasileira.

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O SINPOL- SC com ajuda do Deputado Maurício Eskudlark, esteve em contato nos últimos 2 meses com a Procuradoria Geral do Estado (P.G.E) e com o Instituto de Previdência do Estado de Santa Catarina (IPREV). No primeiro contato existia a possibilidade de ocorrer o recálculo da aposentadoria pelas médias, sem opção de retorno para o policial que se aposentou por liminar. Através de muito diálogo com as partes, chegou-se ao entendimento, conforme explicita o parecer da P.G.E, do desfazimento dos atos de aposentadoria dos policiais aposentados por liminar, com o retorno ao estado anterior ao aposentamento. 

No dia de ontem (7), em reunião no IPREV esse parecer foi analisado pelo SINPOL-SC, em conjunto com presidente da ADEPOL-SC, o representante da AEPOL-SC e com o Deputado Maurício Eskudlark. A conclusão chegada foi de que “todos os aposentados por liminar terão os ATOS DE APOSENTADORIA DESFEITOS e posteriormente serão comunicados do retorno as suas atividades.” Esse retorno, pelo que nos foi informado, estará sendo comunicado individualmente pelo R.H da S.S.P e se dará na última comarca de atuação antes da liminar de aposentadoria.

Dentro da esfera administrativa, após desfeito o ato de aposentadoria, e o policial volte para a ativa, não haverá empecilhos para o que ele voluntariamente faça um novo pedido de aposentadoria e verifique-se de acordo com sua idade e tempo de contribuição, em qual regra se encaixa para o cálculo da sua aposentadoria.

O SINPOL-SC esteve a frente da situação por meses, para trazer todas as informações concretas, sobre essa desagradável alteração que afeta profundamente a vida de muitos policiais civis, que já desfrutavam de seu merecido descanso das atividades profissionais.

Essas são informações iniciais sobre os esfeitos do parecer, tão logo tenhamos novos fatos estaremos informando em nosso site e redes sociais.

Partes do parecer:

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A Direção do Sinpol RS participou, na tarde desta quarta-feira (07/11), de reunião da sede do Sinpef RS (Sindicato dos Policiais Federais) tendo como pauta a Reforma da Previdência, que voltou à pauta da Câmara dos Deputados nos últimos dias.

Participaram da reunião representantes da Ugeirm, Asdep e Sinpef. O recém eleito deputado federal e presidente do Sinpef, Ubiratan Sanderson, participou do encontro. As entidades deliberaram em promover ações conjuntas contra a perda de direitos e garantias das categorias.

O Presidente do Sinpol RS, Emerson Ayres, e o Diretor Jurídico Mário Flanir estarão em Brasília nos dias 8 e 9 de novembro participando de reunião da Cobrapol que tem como pauta a criação de ações conjuntas a fim de combater qualquer mudança que venha a alterar os direitos dos policiais civis do Brasil, bem como ações a serem desenvolvidas junto ao próximo Governo.

“Bando de medroso” foram os termos empregados pelo Presidente da Assembleia, deputado Marlon Santos (PDT) na noite de segunda-feira (5) em entrevista ao Estúdio Gaúcha.
Sem citar nomes, o objetivo do parlamentar era criticar a tentativa do Governador eleito, Eduardo Leite (PSDB), de impedir a aprovação de reajustes dos poderes Legislativo e Judiciário que culminariam em aumentos de custos que chegam próximos a R$ 150 milhões ao ano para os cofres públicos.
O valor referido, para as contas de um estado, pode não ser um montante tão significativo, porém para os servidores do Executivo, que já contam com 35 meses de atrasos em seus salários e perspectivas nulas com relação ao 13° de 2018, as palavras de Marlon Santos soam em tom de desrespeito, pela não inclusão de todos os servidores públicos, inclusive do poder Executivo.

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A população gaúcha escolheu, no dia 28 de outubro, o candidato do PSDB, Eduardo Leite, para governar o Rio Grande do Sul nos próximos quatro anos. A eleição do ex-prefeito de Pelotas significou a derrota da política implementada, desde 2015, pelo atual governador José Ivo Sartori. Candidato à reeleição, o atual ocupante do Palácio Piratini foi derrotado e teve a sua política de ataque aos servidores públicos, corte de investimentos públicos e desmonte dos serviços públicos, rejeitada pelos(as) gaúchos(as).

O novo governador terá grandes desafios para os seus próximos quatro anos de governo. Retomar a capacidade de investimento do estado, recuperar os serviços públicos que foram sucateados pelo governo Sartori, colocar os salários dos servidores em dia e concretizar uma política de segurança que combata efetivamente a verdadeira epidemia de violência vivida pelos(as) gaúchos(as), são apenas as tarefas mais urgentes que aguardam o novo ocupante do Palácio Piratini a partir do dia 1º de janeiro de 2019.

Policiais Civis terão que se mobilizar para garantir seus direitos

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O presidente da UGEIM, Isaac Ortiz, e a presidente do CPERS/Sindicato, Helenir Schurer concederam uma entrevista coletiva na manhã desta quinta-feira (1). Durante o encontro com os jornalistas, os representantes das entidades representativas dos (as) Policiais Civis e dos (as) professores (as) denunciaram a apropriação indébita da contribuição sindical dos servidores públicos, realizada pelo governo Sartori.

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Na data de 30 de outubro de 2018 as 9h da manhã estivemos em reunião com o senador eleito Flávio Arns, e com todos os membros da UPB, na sede da PRF, na reunião tivemos a oportunidade de parabenizá-lo pela vitória nas eleições desse ano, mas tbm de receber os agradecimentos pelo apoio das instituições!

Tivemos também a oportunidade de ja comecar a trabalhar essa parceria, apresentamos as nossas reivindicações mais relevantes e importantes sobre segurança pública.

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O Sindicato dos Policiais Civis de Santa Catarina (SINPOL-SC), parabeniza a eleição do presidente Jair Messias Bolsonaro (PSL), e do Governador de Santa Catarina, Carlos Moisés da Silva (PSL), que terão a nobre missão de chefiar o Poder Executivo pelos próximos 4 anos, a partir de janeiro de 2019.

O eleitor catarinense optou em renovar a política, nacionalmente 76% votaram em Bolsonaro e para governador 71.09% dos votos válidos elegeram Comandante Moisés. Na Assembleia Legislativa houve uma renovação de 55% dos deputados estaduais.

Nesse novo horizonte, Segurança Pública é um tema fundamental para a sociedade catarinense. O SINPOL-SC deseja sabedoria, discernimento e coerência nessa difícil tarefa. Colocamo-nos a disposição para contribuir na melhoria da Segurança Pública de Santa Catarina. Parabéns pela lisura durante a campanha e que ela seja um dos pilares na gestão 2019/2022.

O Sinpol RS vem a público parabenizar a plena execução da democracia exercida no último domingo (28), o povo elegeu um novo governador para o nosso estado e um novo presidente para o nosso país. A democracia foi exercida em sua plenitude.

Para o estado do Rio Grande do Sul, foi eleito o candidato Eduardo Leite (PSDB) que surgiu com propostas de valorização da segurança pública e regularização dos salários dos servidores públicos ainda no primeiro ano de mandato. Nesta manhã, em entrevista à Rádio Gaúcha o futuro governador reiterou seu compromisso com o funcionalismo e principalmente com a segurança pública, fazendo críticas a mera reposição de vacância, em que apenas os cargos que ficarem vagos devem ser preenchidos nas policias, sugerida no Plano de Recuperação Fiscal. O candidato considera que: “Na área de segurança pública nós entendemos que não basta repor cargos vagos, precisamos incrementar efetivos para poder prestar um serviço de segurança melhor à sociedade gaúcha.” Felicitamos o candidato por sua vitória e desejamos veementemente que os compromissos firmados em campanha sejam cumpridos.

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Infelizmente, essa notícia já está virando rotina. Na noite desta quarta-feira (24), oito presos tentaram fugir das celas da DPPA de São Leopoldo, na região metropolitana. Os presos já haviam rompido as grades, barras de ferro e danificado os cadeados, antes de serem contidos pelos agentes que estavam no plantão. O objetivo deles eram alcançar os fundos do prédio para, assim, alcançarem as ruas. Após serem capturados, os presos foram colocados em viaturas, estacionadas no pátio da delegacia, onde permaneceram sob custódia de policiais civis e militares. Policiais civis de Porto Alegre foram deslocados para o local, afim de ajudar no controle da situação.

Por conta da tentativa de fuga, os atendimentos do plantão da madrugada foram suspensos, sendo retomado de forma parcial pela manhã, pois alguns policiais tiveram de ficar fazendo a custódia dos presos.

Sindicato já havia denunciado a falta de condições da DPPA de São Leopoldo

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Após a Polícia Civil encontrar o corpo da menina Eduarda Herrera, de 9 anos, nesta segunda-feira (22), uma onda de protestos e ameaças foi desencadeada em Porto Alegre. A criança foi raptada na noite de domingo (21), na frente da casa onde morava, no bairro Rubem Berta, e foi encontrada sem vida na manhã de segunda-feira, dentro do Rio Gravataí, às margens da RS-118, em Alvorada.

Na noite de segunda-feira, centenas de moradores bloquearam a Avenida Protásio Alves, no limite entre as cidades de Porto Alegre e Viamão. Na terça-feira (23), os moradores voltaram a bloquear a via, causando grande retenção do trânsito. Porém, o mais grave aconteceu na 18ª Delegacia de Polícia de Porto Alegre, no bairro Mario Quintana. Dezenas de moradores cercaram a delegacia, chegando a quebrar os vidros do prédio, quando se espalhou pelo bairro um boato de que o sequestrador de Eduarda estaria preso nas dependências da DP. Outra situação que tem preocupado a polícia, é a onda de postagens em redes sociais, com acusações falsas de possíveis assassinos de Eduarda. Um morador de Canoas chegou a registrar ocorrência sobre uma série de ameaças que vem sofrendo, desde que uma foto sua passou a circular com uma comparação com o retrato falado divulgado pela Polícia.

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