FEIPOL-SUL

FEDERAÇÃO INTERESTADUAL DOS TRABALHADORES POLICIAIS CIVIS DA REGIÃO SUL


Em Porto Alegre, a concentração foi na frente 3a. DPPA

A paralisação de 24 horas, contra o parcelamento de salários e contra a PEC do Fim do Mundo, convocada pela UGEIRM, está atingindo todo o estado. Em várias cidades do interior, os Policiais Civis se uniram a outros servidores públicos estaduais e realizaram manifestações pelas ruas das cidades.

Em Porto Alegre, a UGEIRM fez uma concentração na frente da 3ª DPPA, no bairro Navegantes. Em frente à DPPA, os manifestantes conversaram com colegas e com a população sobre os motivos da paralisação.

 

Parcelamento, carceragens das delegacias e descontrole da violência


Em Santo Ângelo, os servidores fizeram uma manifestação na frente do Fórum.

São dez meses consecutivos de parcelamento, sendo que, em outubro, os servidores receberam no fim do mês a quantia absurda de R$ 750. Além disso, a política desastrosa do governo Sartori/PMDB na área da segurança Pública, tem levado o RS a um verdadeiro caos. Os casos de latrocínios continuam acontecendo em uma velocidade absurda. Hoje, a cada 10 dias, Porto Alegre registra um caso de latrocínio. Um aumento de 76% em relação ao ano anterior. Nesta sexta-feira (11), a Polícia Civil desmontou o plano de uma organização criminosa, que visava realizar atentados contra policiais civis e uma juíza que atuaram em uma operação policiai que prendeu mais de 120 traficantes.


Lagoa Vermelha foi outra cidade onde ocorreu uma forte mobilização.

Outro motivo para a paralisação é o caos nas carceragens das delegacias. No último domingo (6), uma policial civil foi hospitalizada, após intervir para impedir um princípio de rebelião na DPPA de Canoas. Essa situação vem se repetindo em vária delegacias. Carceragens superlotadas, presos detidos em viaturas e policiais em risco de vida pela incompetência do governo Sartori/PMDB. A UGEIRM vem alertando, desde o ano passado, o risco que isso representa. Infelizmente, parece que o governo Sartori/PMDB está esperando uma tragédia para tomar alguma providência para resolver o problema.

Mobilização contra “PEC do Fim do Mundo” tem diversos atos e forte repressão da BM

Convocado pelas centrais sindicais, o Dia Nacional de Greve e Manifestações contra a PEC 55 (antiga PEC 241 na Câmara) registrou diversos atos por Porto Alegre ao longo da manhã desta sexta-feira (11). A mobilização começou durante a madrugada diante das garagens das empresas de ônibus da Capital e se estendeu até por volta das 11h, quando se encerrou uma manifestação de estudantes e servidores no campus central da UFRGS. Ao longo de todo o tempo, a Brigada Militar contou com um forte aparato de segurança e utilizou da repressão, com bombas de efeito moral e balas de borracha, para liberar o trânsito em caso de bloqueio de ruas e avenidas.

Além de Porto Alegre, mobilizações foram registradas pelo País e interior do RS, em cidades como Bento Gonçalves, Cruz Alta, Ijuí, Novo Hamburgo, Passo Fundo, Pelotas, Santa Cruz do Sul e Santa Rosa.

Ainda nesta sexta, um novo ato está marcado para as 18h, com concentração na Esquina Democrática. Mais cedo, às 15h, a Assembleia Legislativa realizada uma audiência pública para debater os impactos da PEC.

Em continuidade à mobilização contra a PEC 241, as Centrais Sindicais já estão convocando o próximo Dia Nacional de Lutas pelos Direitos para o dia 25 de novembro.

Com informações do site www.sul21.com.br

 

 

A Polícia Civil descobriu um plano que pretendia executar Policiais Civis, uma Juíza, e seus familiares. Os dados das possíveis vítimas dos bandidos foram encontrados através do cumprimento de um mandado de busca na casa de um Policial Militar, do Vale do Taquari, que teria ligação com os criminosos. Esses dados teriam sido conseguidos através do acesso ao sistema de segurança do governo do estado. A Polícia não descarta o envolvimento de outros PMs.

Plano de vingança contra operação policial

O objetivo da quadrilha seria se vingar dos Policiais Civis que participaram da operação que prendeu mais de 120 traficantes, a Clivium, realizada em junho do ano passado. O atentado à Juíza, seria por sua participação na devassa financeira que o judiciário tem efetuado e que resultou na apreensão de vários bens dos traficantes e no bloqueio de contas bancárias.

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Amigos associados, devido ao feriado Nacional da Proclamação da República, no dia 15 de novembro, não haverá expediente no Sinclapol. Consequentemente, o feriado do dia 28 de outubro, acontecerá no dia 14 de novembro, conforme circular n.º 05/2016, do Chefe da Casa Civil. As atividades normais do Sindicato retornam na próxima quarta-feira (16/11), ficando em Plantão Sindical para qualquer eventualidade nos telefones, 98877-2759 (Gutierrez), 99811-0096 (Barddal) e 99811-0080 (Baroto). Gratos pela atenção.

A Diretoria.

 

No início da tarde desta sexta-feira (11/11), um micro-ônibus partiu da Praça Eufrásio Correia, em Curitiba, com destino à cidade de Campo Mourão, para o Encontro de Papiloscopistas, que acontece nos dias 12 e 13 de novembro, com o apoio do Sinclapol.

A Polícia Civil, que faz parte da Equipe Multi-Institucional recebeu homenagem pela Assembleia Legislativa de Santa Catarina, por proposição do deputado estadual Rodrigo Minotto, concedida ao agente de polícia, Almir Souza, pelos relevantes serviços prestados ao desenvolvimento de Criciúma e região.

A Solenidade ocorreu dia 10 de novembro, na ACIC (Associação Empresarial de Criciúma), com a presença de Representantes da Polícia Civil, Sinpol-SC e Associação dos Policiais Civis, com a presença o Delegado Regional de Policia, Juarez de Souza Medeiros.

A Polícia Civil da 6ª Região, que integra a Equipe Multi-Institucional, realiza, participa e apoia 12 projetos e campanhas sociais, com caráter educativo/preventivo, entre estes: campanha de agasalho, farmácia solidária, programa educando para o trânsito, banco de olhos, vida ativa São José, campanha de prevenção ao suicídio, passeios ciclísticos, projeto praia acessível, campanha doação de sangue e medula óssea, campanha natal solidário entre outros.

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Está publicada no Diário Oficial do Estado de hoje, 11/11, mais uma convocação extraordinária para o Curso de Formação da ACADEPOL, sendo 16 para o cargo de Escrivão de Polícia (mais 06 suplentes) e 20 para o cargo de Inspetor de Polícia (mais 10 suplentes).

Os candidatos de ambos os cargos devem comparecer na Acadepol no próximo dia 16 de novembro, conforme horários especificados para cada cargo e munidos com os documentos exigidos nos editais 025/2016 e 026/2016.

O candidato que não comparecer à matrícula no prazo estipulado será considerado desistente e a Acadepol poderá publicar novo edital com nova chamada para matrícula. Confira os editais de convocação nos arquivos abaixo.

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Para que não declarem desconhecimento dos fatos, na última segunda-feira (7/11), o Sinclapol NOTIFICOU às autoridades competentes, que a decisão dos Policiais Civis do Paraná é de trabalhar somente na legalidade, após a decisão na fase liminar do Exmo Senhor Desembargador Luiz Taro Oyama, que considerou a greve da classe ilegal.

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O SINPOL/RS apoia e estamos mobilizados a Paralisação Nacional que se realizará no dia 11 de novembro (sexta-feira) contra os pacotes de maldades do governo federal e aqui no RS contra os reiterados atrasos salariais e convida todos os policiais civis do estado a comparecerem no Hotel Master Express Alberto Bins, na Av. Alberto Bins, 618, Centro Histórico, Porto Alegre, dia 30 de novembro de 2016, das 8:00 horas às 18:00 horas, sobre os seguintes temas:

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Como parte do Dia Nacional de Paralisação contra a retirada de direitos, os servidores públicos gaúchos estão convocando, para sexta-feira (11), uma paralisação de 24 horas contra o parcelamento de salários promovido pelo governo Sartori/PMDB. Os Policiais Civis vão começar a paralisação a partir das 8 horas. São dez meses consecutivos de parcelamento, sendo que, em outubro, os servidores receberam no fim do mês a quantia absurda de R$ 750.

Em recente decisão, o STF (Supremo Tribunal Federal) autorizou o desconto dos dias parados dos servidores públicos que realizarem greve. Porém, na decisão, o STF salienta que nos casos de atraso de salários, a greve é legal e não é permitido o desconto dos dias parados.

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Na tarde desta terça-feira (08), a UGEIRM participou da entrega de um pedido de abertura de CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigar a aplicação dos recursos de segurança pública pelo governo do estado. A CPI tem como objetivo, também, fazer uma análise das políticas públicas na área da segurança.

A ideia de pedido de instalação de uma CPI sobre a segurança Pública, partiu da constatação que o Rio Grande do Sul vive, hoje, a maior crise de violência da sua história. As políticas implementadas pelo governo Sartori/PMDB têm se mostrado desastrosas. Para o vice-presidente da UGEIRM, Fábio Castro, que estava presente na entrega do pedido, “os cortes de investimentos, os parcelamentos de salários e o desmonte da segurança pública têm imposto um preço muito alto para a população gaúcha. Desde que assumiu, o governador vem impondo uma política extremamente recessiva que só piora a situação. Sartori/PMDB já conseguiu aprovar o aumento de impostos, parou de pagar a dívida com a União, aumentou o limite de saques dos depósitos judiciais e, mesmo assim, continua alegando que não tem dinheiro para investir na segurança pública. O objetivo dessa CPI é apurar para onde foi esse dinheiro”. Fábio Castro lembra que “o efetivo da Polícia Civil, hoje, é o menor da história. Há 10 anos tínhamos mais de 6.000 policiais na ativa, hoje são pouco mais de 5.000. Estamos com mais de 100 policiais ainda aguardando a convocação para começar a Acadepol. Quando esses policiais estiverem prontos, já estaremos precisando de novo concurso público. Sem efetivo é impossível a implantação de qualquer política de segurança pública”, conclui.

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O SINPOL informa que ganhou a ação referente ao ressarcimento do AUXÍLIO ALIMENTAÇÃO descontado nas licenças para tratamento de saúde, paternidade e maternidade.

Nos próximos dias será iniciado o cumprimento da sentença.

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O SINPOL-RS informa que, desde 07/112016, o telefone (51) 3217.1001, está sem funcionar. A empresa responsável pela manutenção já foi acionada e trabalha para garantir a volta do serviço o mais rápido possível. Enquanto o telefone não é reativado, o associado pode entrar em contato com o SINPOL-RS pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ,  pelo perfil da entidade no Facebook ou pelos telefones da Diretoria abaixo relacionados.

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Como parte do Dia Nacional de Paralisação contra a retirada de direitos, os servidores públicos gaúchos estão convocando, para sexta-feira (11), uma paralisação de 24 horas contra o parcelamento de salários promovido pelo governo Sartori/PMDB. São dez meses consecutivos de parcelamento, sendo que, em outubro, os servidores receberam no fim do mês a quantia absurda de R$ 750.

Em recente decisão, o STF (Supremo Tribunal Federal) autorizou o desconto dos dias parados dos servidores públicos que realizarem greve. Porém, na decisão, o STF salienta que nos casos de atraso de salários, a greve é legal e não é permitido o desconto dos dias parados.

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De acordo com informações da Secretaria Estadual da Fazenda, o pagamento da próxima fase da implantação da Tabela de subsídios da Segurança Pública, que acontecerá neste fim de ano, já está garantido. O próprio secretário da Fazenda, Giovane Feltes, garantiu que a implantação da tabela dos servidores da Segurança Pública estão garantidos até 2018, conforme calendário aprovado por lei votada na Assembleia legislativa. A informação é de que os valores programados para o final deste ano já estão garantidos.

 

Para o presidente da UGEIRM, Isaac Ortiz, “a garantia do pagamento da Tabela de Subsídios é resultado da luta da categoria. A mobilização constante dos policiais, coloca o governo em uma situação em que, no momento, se torna inviável o não pagamento. Porém, sabemos que o governo só paga os reajustes por pressão. Pela sua vontade, já teria cancelado ou adiado a implantação da Tabela de Subsídios. Por isso, é fundamental mantermos a mobilização para garantir os pagamentos até 2018”.

A comercialização e fabricação de pistolas modelo 24/7 .40 S&W, da Taurus, foi proibida pelo Exército brasileiro. A proibição será aplicada até que seja concluído um processo administrativo que investiga a empresa. Além da proibição, foi determinada a apreensão das armas que estejam no estoque ou na linha de produção da empresa. As denúncias de problemas ocorridos com essa arma são antigas. A UGEIRM, em notícia de onze anos atrás, já denunciava os problemas ocorridos com a pistola. Na matéria, a UGEIRM denunciava falhas na pistola .40 da Taurus que, inclusive, teriam causado a morte de dois agentes da polícia civil. (clique aqui para ver a matéria)

O Processo Administrativo aberto pelo Exército investiga se o armamento fabricado pela Taurus, atualmente, corresponde com o protótipo aprovado pelos militares. Segundo o documento, há indícios de que isso ocorreu com as pistolas que foram proibidas, com modificação na trava e tirante do gatilho. O documento diz ainda que houve mudanças em relação ao projeto da pistola 840.

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O que a UGEIRM já vinha alertando há mais de um ano, acabou acontecendo. Uma rebelião de presos que estão mantidos na carceragem da DPPA de Canoas, incendiou a cela que, naquele momento, tinha 20 presos. Ao tentar apagar o fogo e evitar uma tragédia ainda maior, uma policial acabou passando mal ao inalar muita fumaça. A colega foi levada para o hospital, onde foi atendida e está em observação. De acordo com informações médicas, ela passa bem.

A direção da UGEIRM, representada pelo seu presidente, Isaac Ortiz, e pelo diretor financeiro, Cládio Wohlfahrt, esteve no local para prestar solidariedade aos colegas e se informar sobre o ocorrido. De acordo com o diretor Cládio Wohlfahrt, “os presos atearam fogo em roupas e objetos que estavam nas celas. Existem presos de facções diferentes e rivais. As celas não têm condições de receber presos, são apenas celas de contenção para elaboração do flagrante. No momento são 20 presos empilhados em um espaço mínimo. É o cenário perfeito para uma rebelião, o que coloca em risco a integridade física dos policiais e da população que precisa dos serviços da DPPA”.

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Com o objetivo de transformar as Delegacias de Polícia em verdadeiros Centros de Promoção da Cidadania, promover a reestruturação da Polícia Judiciária do Paraná, evitar acusações infundadas contra seus integrantes e evitar a morte de Policiais atuando sem armamentos e equipamentos de proteção adequados ou em desvios de função e considerando que as medidas da "Operação Cumpra-se a Lei" são compatíveis com todos os objetivos do Plano Nacional de Defesa Social e Aperfeiçoamento da Democracia no qual está inserido o Pacto pela Moralidade, Legalidade e Cidadania dos Delegados de Polícia do Brasilo SIDEPOL, SINCLAPOL E ADEPOL conclamam todos os POLICIAIS CIVIS a apoiar as medidas previstas na cartilha de orientação da “Operação Cumpra-se a Lei”, conforme segue documento conjunto.

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Na manhã desta quinta-feira (05/11), diretores do Sinclapol compareceram à 3ª DRP na cidade de Campo Largo para impedir que Policiais Civis desse local trabalhassem em desvio de atribuição do cargo, numa ilegalidade fazendo o transporte de presos da Cadeia Pública. Essa foi a primeira delegacia de polícia que trabalhando sob orientação da cartilha “CUMPRA-SE A LEI”, não executou a ordem ilegal de trabalhar em desvio de atribuição.

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O Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJ) vai julgar a incidência, ou não, de Imposto de Renda (IR) sobre uma verba recebida por policiais civis e militares do Estado, denominada Indenização por Regime de Serviço Público Ativo (Iresa).

Nesta semana, o Grupo de Câmaras de Direito Público do TJ adm

tiu o processamento de “Incidente de Resolução de Demandas Repetitivas” sobre o assunto. Isso significa que, a partir de uma futura decisão dos desembargadores, todas as ações similares – pendentes e futuras, tanto na justiça comum, como nos juizados especiais – devem seguir a orientação do Tribunal.

Ao mesmo tempo, o TJ determinou a suspensão dos processos pendentes, individuais ou coletivos, relacionados ao assunto, que tramitam no Estado ou na região, até a definição dos desembargadores.

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