FEIPOL-SUL

FEDERAÇÃO INTERESTADUAL DOS TRABALHADORES POLICIAIS CIVIS DA REGIÃO SUL

A Ugeirm impetrou ontem (21) mandado de segurança coletivo para impedir o corte de ponto dos agentes policiais que não conseguem trabalhar por absoluta insuficiência de recursos financeiros.

O governador Sartori/PMDB impôs aos servidores públicos a mais longa série de atrasos e parcelamentos salariais da história. Já são 21 meses sem creditar o subsídio mensal integralmente na data prevista. Ainda não foi quitado o 13º salário de 2016.

O parcelamento continuado desestabilizou o orçamento doméstico dos agentes e de seus familiares. Não raras vezes, os policiais pagam contas atrasadas, acrescidas de juros e multas, bem como contraem dívidas para fazer frente às suas despesas de início de mês.

Em agosto, todavia, a primeira parcela creditada foi de apenas R$ 350, valor menor do que o custo de uma cesta básica, ou o correspondente a cerca de 1/3 do salário mínimo nacional. Ao longo de quase 15 dias, esse foi todo o dinheiro que o policial teve disponível em agosto.

O governo já anunciou que deve haver mais um parcelamento de salário no mês de setembro e que, talvez, o constrangimento seja ainda maior. Note-se que o custo da passagem de ônibus em Porto Alegre é de R$ 4,05.

Leia mais...

O presidente do Sinpol/SC, Anderson Vieira Amorim foi recebido ontem, 26/9, pelo secretário Adjunto da Secretaria de Segurança Pública, Aldo Pinheiro D’Avila para conversar sobre questões referentes à Polícia Civil, principalmente, sobre as principais reivindicações da categoria.

Anderson entregou um ofício ao secretário solicitando uma reunião com o governador do estado, Raimundo Colombo para tratar sobre Data-base, Incorporação da IRESA, aumento salarial, projeto de Promoções nº PCSC 72400/2016, atual processo de promoções da polícia civil, valores das diárias e vale alimentação.

Leia mais...

Na última quinta-feira, 21 de setembro, completou um ano em que o Pleno do Tribunal de Justiça reconheceu por unanimidade, 25 votos, o direito à aposentadoria especial aos policiais civis filiados aos Sinpol/SC.

Agora, quem também está avalizando esta decisão é a Procuradoria Geral da República, que emitiu parecer favorável aos servidores públicos catarinenses, mantendo a Aposentadoria Especial, à integralidade e à paridade de vencimentos, garantindo como único requisito para a aposentadoria o tempo de contribuição, 30 anos o policial homem e 25 a mulher.

O parecer da PGR foi uma resposta ao Instituto de Previdência de SC – IPREV, que buscou contestar o resultado emitido pelo pleno do TJ referente à Liminar impetrada pelo Sinpol/SC questionando o entendimento do IPREV por meio da Suspensão 5158.

Leia mais...

Está tramitando na Assembleia Legislativa de Santa Catarina – Alesc o projeto de lei de autoria do governo do Estado (PL 0350.9/2017) que pretende congelar os gastos do serviço público pelos próximos dois anos. O SINPOL/SC está acompanhando a tramitação e estudando as consequências da proposta para a Polícia Civil, à Secretaria da Segurança Pública de Santa Catarina e à sociedade.

“Congelar os gastos por dois anos é no mínimo uma incoerência do Governo do Estado de Santa Catarina, principalmente quando o próprio Governo se gaba e comemora por ter os melhores resultados da Segurança Pública do país, se esquece de que esses resultados são conquistados graças aos esforços diuturnos dos incansáveis Policiais catarinenses.” Explica o Presidente do Sinpol, Anderson Vieira Amorim.

Leia mais...

situação das promoções da Polícia Civil foi destaque na tribuna da Assembleia Legislativa de Santa Catarina na semana passada. O deputado Maurício Eskudlark cobrou do governo do Estado a valorização dos policiais civis. Segundo o deputado, o governo se comprometeu a fazer uma promoção dos policiais civis. Mais de 100 policiais têm direito e aguardam a promoção. “Mas o governo promoveu oito policiais que não querem trabalhar na linha de frente e estão em cargos na promotoria e Secretaria de Estado”, protestou Eskudlark. Ele disse que policiais trabalharam a vida toda e não vão chegar ao fim da carreira por falta de promoção, e agora o Executivo encaminhou à Assembleia Legislativa um projeto que vai impedir a evolução funcional porque limita os gastos. “Isso vai desmotivar a carreira.”

Leia mais...

 Sindicato dos Servidores da Policia Civil do RGS - SINPOL/RS vem a público manifestar sua inconformidade com a decisão do Governador Sartori que, pelo 22º mês consecutivo atrasa o pagamento dos salários dos Policiais Civis. Neste mês, o Governador tenta inovar definindo que primeiro pagará os salários mais baixos.

Senhor Governador Sartori, cada família compromete suas despesas dentro da receita de sua renda mensal, portanto é inconcebível, que para justificar o descumprimento de um dispositivo constitucional (Art. 35 da CE), que determina o pagamento dos servidores no último dia útil do mês trabalhado, Vossa Excelência utilize-se de um argumento ilegal e que só cria mais embaraços e divide os servidores públicos, embasado em Parecer da PGE/RS.

Leia mais...

Cena1. Você foi vítima de um crime e precisa ir até uma Delegacia de Polícia para fazer o registro oficial. Para além do balcão, o que te espera hoje nas Delegacias de Polícia do Estado são dezenas de presos amontoados a um passo de uma rebelião. As celas hoje são salas de dois metros quadrados com 30 pessoas dispostas a derrubar portas e paredes a qualquer momento. Nesses cubículos, sem qualquer cuidado, triagem ou isolamento, há presos com doenças contagiosas  como a tuberculose. Você está correndo risco de vida ao entrar em uma DP hoje. 

Cena 2. Mas o perigo não vem apenas de dentro das DPs. Se no interior, a insegurança grita, do outro lado das grades, os Policiais Civis enfrentam uma guerra particular. Aprendem na formação que, para haver segurança em uma operação policial, é necessário o equivalente de dois policiais para cada bandido.  Nos presídios improvisados, a correspondência é de seis presos para cada policial. Você não sabe, mas corre risco de vida ao permanecer em uma DP hoje.

Cena 3. Comparsas incentivados pela insegurança do local podem aproveitar os plantões com número ainda mais reduzido de policiais e invadir as DPs. Encontrarão lá, em primeiro lugar, você, que entrou sem saber em um barril de pólvoras.

Leia mais...

Na próxima sexta-feira, 29 de setembro, os Policiais Civis vão participar, junto com os demais setores do serviço público estadual, de um grande Ato Unificado no Centro de Porto Alegre. Os Policiais Civis e os servidores da SUSEPE se concentrarão em frente à Secretaria de Segurança Pública, a partir das 11h30, e de lá partirão em Marcha até o Palácio Piratini, passando pela Secretaria de Fazenda onde protestarão contra o parcelamento de salários.

O dia 29 de setembro marcará o 22º parcelamento de salários do governo Sartori/PMDB, com a grande possibilidade de não haver nenhum depósito na conta dos policiais ao fim do mês. Além de mais um parcelamento, o governo já admite que dificilmente ocorrerá novas promoções ainda este ano. A aposentadoria dos policiais ainda está bloqueada pelo parecer da PGE, que recomenda ao governo do estado o fim da aposentadoria policial. Para completar o quadro desesperador, esse mês provavelmente ocorrerá o terrível encontro das folhas de pagamento dos servidores estaduais.

Diante de todos esses ataques, os servidores resolveram fazer um grande Ato Unificado que pretende levar milhares de pessoas às ruas para protestar contra o governo Sartori/PMDB. A segurança pública também estará nas ruas, primeiro junto com os trabalhadores da SUSEPE, para protestar contra o caos da segurança pública e os ataques do governo Sartori/PMDB. Depois, a segurança pública se juntará aos demais servidores públicos e lotarão o centro de Porto Alegre, para mostrar para a população a verdadeira política de destruição que o governo Sartori/PMDB vem implementando no nosso estado.

Leia mais...

Os policiais civis de diversos cargos podem, também, agora participar do Curso de Pós-Graduação, ministrado, até então, somente para delegados. A iniciativa é da Escola Superior da Polícia Civil do Paraná. De acordo com o diretor da Escola, Dr. Sebastião Ramos dos Santos Neto, havia uma reclamação, por parte de policiais das demais carreiras, investigadores, escrivães, papiloscopistas e agentes de operações. Para eles, a Escola não estava disponibilizando a oportunidade de se capacitarem, ou seja, fazer o curso de pós-graduação. A Escola então entrou em contato com o departamento da polícia civil. “Reavaliamos toda a situação e estamos desenvolvendo um projeto que vai realmente contemplar as demais carreiras com o curso de pós-graduação aqui na Escola de Polícia. Como já temos três módulos sendo ministrados para delegados de polícia, tornamos dois módulos comuns para delegados e demais carreiras, gerenciamento policial e gestão estratégica. Atualmente está sendo desenvolvido o 1º módulo que vai tratar de investigação de perícia e inteligência”, explica.

As grades horárias do curso de pós-graduação têm duração de 360 horas que são dadas de uma maneira concentrada. “Os policiais entendem que a questão da capacitação não é somente para o delegado de polícia, mas também para as demais carreiras, porque afinal de contas trabalhamos em equipe”, diz o Dr. Sebastião. O curso em andamento conta com aproximadamente 38 policiais, sendo, gratuito e ministrado na Escola Superior de Polícia. A primeira turma iniciou há três semanas. Durante a semana, período em que o policial fica na Escola, as aulas são ministradas pela manhã, tarde e noite.

Leia mais...

Nome: Jair Aparecido da Silva

Email: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Telefone: 44- 991043892


Mensagem:

Leia mais...

Assim como várias delegacias e departamentos da capital e da região metropolitana, além de diversas delegacias de cidades do interior, os policiais civis da DEFREC de Santa Maria decidiram, em reunião convocada pela UGEIRM, aderir aos protestos contra o parcelamento de salários.

Na reunião, após discutirem as consequências dos seguidos parcelamentos dos salários e do 13º, do atraso nas promoções e da suspensão da concessão de aposentadorias, os agentes da DEFREC de Santa Maria decidiram por uma Operação Padrão Permanente que contempla, entre outros itens, não participar das Operações Policiais e não trabalhar além do horário do expediente enquanto os salários não forem integralizados, não cumprir as metas do programa Qualificar, não planejar, organizar e estruturar as Operações Policiais.

Leia mais...

que precisa ser feito para que a segurança pública catarinense seja eficaz e realmente cumpra seu papel, que é proteger o cidadão, ao mesmo tempo em que oferece condições que assegurem a dignidade do profissional que atua na área?

A resposta sobre essa indagação talvez possa ser encontrada no livro Reinventando a Segurança Pública: Os planos nacionais e as ações de cidadania e polícia em Santa Catarina 1987-2010, de autoria do delegado aposentado Ricardo Thomé, lançado em 2012.

O livro é um registro completo sobre planos e ações governamentais na área da segurança pública dos últimos 23 anos, reunindo números, dados e informações que vão do governo Pedro Ivo Campos até Luiz Henrique Silveira.

“O maior investimento em Segurança pública foi no governo Paulo Afonso com a implantação do sistema integrado de informações, ou seja, a informatização dos procedimentos se tornou realidade”, relata Thomé. Ele recorda que em 1994 existiam apenas três computadores na Secretaria de Segurança Pública. Quatro anos depois todas as unidades da Polícia Civil estavam interligadas em rede.

O livro mostra que mesmo com a implantação de um Plano Estadual de Segurança Pública no governo de Luiz Henrique da Silveira, não houve resultados concretos devido à falta de planejamento. “O que existe desde aquela época até hoje são somente Planos Reativos e Repressivos”, diz o autor.

Thomé ressalta que o grande desafio dos governos é separar Segurança Pública da ideia de despesa. “Todo o gasto deve ser compreendido como investimento para o bem da sociedade. Temos uma polícia que é reativa. Não há planejamento administrativo e nem de efetivo, ela recebe investimentos conforme o problema”.  A falta de política de valorização salarial também é retratada na obra.

Leia mais...

Os policiais civis da regional Rio Grande também manifestaram seu protesto ao 21º parcelamento de salários do governo Sartori/PMDB. No momento em que existe a possibilidade de que os policiais não tenham nem mesmo pagamento no último dia do mês, o posicionamento firme dos policiais civis da 7ª regional é de grande significado.

Leia mais...

A chantagem do governo, para conseguir fechar o Acordo da dívida com a União, chegou ao ponto máximo, até agora, nessa semana. Em conversas vazadas para a imprensa, setores do governo já admitem que os servidores podem ficar sem salários no dia 29 de setembro. Depois de pagar apenas R$ 350 em agosto, o governo ameaça agora com o não pagamento de salários ao fim do mês. A possibilidade é que a primeira parcela dos salários sejam pagas apenas no dia 5 de outubro.

É realmente lamentável, que o governo utilize os salários dos policiais para conseguir seus objetivos políticos e eleitorais. Na ânsia de emparedar a Assembleia Legislativa para aprovar sua proposta de renegociação da dívida com a União, o governo deixa de pagar salários de policiais que estão nas ruas tentando garantir a segurança da população gaúcha. E o que é pior, o objetivo não é sanear as finanças do estado, mas sim vender o patrimônio público do estado. Pois, como o próprio Secretário da Fazenda admite, esse acordo vai agravar a crise financeira do estado no futuro. Um Acordo que será assinado com um governo envolvido em vários escândalos de corrupção, como o de Temer/PMDB, não pode ser considerado um bom negóocio para a população gaúcha. A previsão é que a dívida, após três anos, tenha um aumento de mais de R$ 10 bilhões. Comprometendo, de forma quase irremediável, o futuro do nosso estado.

Leia mais...

Em reunião realizada na última terça-feira (12), os agentes de polícia de São Luiz Gonzaga decidiram se somar às mobilizações contra o parcelamento de salários. Após uma boa discussão sobre a atual situação da polícia civil no nosso estado, os policiais lotados na 27ª Região Policial resolveram se somar às várias manifestações de policiais que estão decidindo pela não participação em operações policiais e o não cumprimento das metas do Programa Qualificar. No ofício, encaminhada à delegada regional, os agentes de São Luiz Gonzaga, informam que essa decisão é um protesto contra o 21º parcelamento dos salários, o atraso nas promoções e o não reconhecimento da aposentadoria especial dos policiais civis gaúchos.

Leia mais...

Em Audiência Pública, realizada na Câmara Municipal de Pato Branco, no último dia 14, ficou decidido o início de estudos para retirada da cadeia pública de Pato Branco do centro da cidade.Na oportunidade, representantes do Sinclapol, Assembléia Legislativa local, Ministério Público, Associação Comercial, Polícia Civil do Paraná e a sociedade civil organizada, esclareceram aos participantes o que acontece quando o Governo impõe à Polícia Civil do Paraná a Custódia de Presos. Fábio Barddal Drummond, presidente do Sinclapol falou aos presentes, enfatizando o “discurso mentiroso do Governo sobre investimentos na construção de 14 unidades prisionais, medidas que na verdade não vêm sendo tomadas. Em seu anúncio, o Governo diz que estas unidades prisionais estarão prontas até o final de 2018, o que caracteriza uma propaganda enganosa,” reafirma.

Leia mais...

O descaso do Governo Estadual para com a segurança pública foi abordado, mais uma vez, por diretores do Sinclapol, durante a Mobilização dos Servidores da Segurança Pública realizada nesta quinta-feira, dia 14 de setembro, no Pátio da Reitoria da Universidade Federal do Paraná (UFPR), em Curitiba. Braz Caselatto, diretor de assuntos de aposentados do Sinclapol, integrou a mesa de debates do encontro e reafirmou a luta dos policiais civis para ter suas reivindicações atendidas e preservar seus direitos adquiridos. “Estamos na ativa há 21 meses, sem reposição salarial e corremos sérios riscos de perder nossos direitos adquiridos com esta reforma da previdência. “Temos uma defasagem enorme de policiais e ainda somos obrigados a cuidar de presos, o que caracteriza algo muito grave, que se chama desvio de função,” alerta Caselatto. O diretor sugeriu a união dos participantes pela luta de seus interesses e conclamou a adesão maior dos policiais civis para outras mobilizações.

Direitos Adquiridos

Leia mais...

O Governador do estado sancionou nesta semana a Lei que institui a Semana de Homenagem aos Heróis de Santa Catarina. De acordo com a Lei, a semana iniciaria no dia 19 de agosto, com encerramento em 25 de agosto, e é dedicada à memória dos policiais civis, militares e bombeiros militares mortos em serviço.

A lei tem origem da Assembleia legislativa, através de um projeto de lei do deputado Narciso Parisotto. Será uma semana de homenagens a estes profissionais que perderam a vida enquanto desempenhavam suas funções”, explica Parisotto.

Leia mais...