FEIPOL-SUL

FEDERAÇÃO INTERESTADUAL DOS TRABALHADORES POLICIAIS CIVIS DA REGIÃO SUL

previewConvocados pela UGEIRM, os (as) policiais civis gaúchos paralisaram suas atividades em todo o estado. O Dia de Paralisação foi um protesto contra o atraso dos salários, a criação da alíquota extra da Previdência, a morte de policiais, pela revisão das Operações Policiais e pela publicação das aposentadorias que estão represadas pelo governo do estado.

A adesão da categoria foi massiva. Por todo o estado, os (as) policiais civis cruzaram os braços e foram para a frente das delegacias para dialogar com a população. Em Porto Alegre, a UGEIRM organizou uma manifestação em frente ao Palácio da Polícia, onde montou uma barraca e distribuiu material explicando à população os motivos da paralisação.

Mobilização continua com Marcha da Polícia Civil no dia 17 de setembro

Após o sucesso da paralisação dessa sexta-feira (30), a UGEIRM já começou a preparação para a grande Marcha que será realizada no dia 17 de setembro. A caminhada terá sua concentração em frente ao Palácio da Polícia, a partir das 13 horas, de onde partirá até o Palácio Piratini, na Praça da Matriz. O objetivo é levar ao governo do estado a reivindicação de que seja resolvido definitivamente o atraso dos salários dos servidores públicos estaduais e, também, pressionar os deputados estaduais, para que se posicionem contrários à criação da alíquota extra da Previdência, que significará uma redução salarial para os (as) policiais civis gaúchos.

Para o Presidente da UGEIRM, Isaac Ortiz, “a categoria demonstrou, com a adesão massiva à paralisação de hoje, que não aceitará passivamente os ataques do governo do estado. Os Policiais Civis não aguentam mais essa situação, em que não sabem quando vão receber seus salários e, ao mesmo tempo, veem seus direitos ameaçados, como nessa absurda proposta de aumento da contribuição da Previdência, que já é a maior do país. Agora é preparar uma grande Marcha no dia 17 para pressionar os parlamentares e mostrar o governo que não vamos aceitar que a crise do estado seja jogada, mais uma vez, nas costas dos policiais”.